Segunda, 23 de Janeiro de 2017
   
Tamanho do Texto

Pesquisar

Zacarias 9.9-17 - A Esperança do Futuro e do Presente

A segunda metade do capítulo 9 de Zacarias contém um texto muito forte no que tange à esperança e ao maravilhoso vislumbre da chegada do Messias para reinar. Como sempre, dificuldades surgem. Uma das principais delas, além da exegese de cada versículo em si, é a ocasião de cumprimento dessas palavras. Uma leitura rápida revela os dizeres específicos do Senhor com relação à Grécia como alvo de um abatimento efetivado pelos judeus (v.13). Quase imediatamente nos vem à mente a guerra dos macabeus, iniciada em 167 a.C., na qual os judeus se livraram do domínio dos selêucidas, linhagem de governantes advinda de um dos quatro grandes generais gregos que dividiram entre si o império de Alexandre.[1] Nessa divisão, o general Seleuco ficou com o controle da Síria e circunvizinhanças. Apesar de muitos comentaristas ignorarem essa ligação do texto com a história em questão, a sequência desse parágrafo em relação ao anterior, em que se descortina a invasão de Alexandre sobre o Oriente Médio, torna natural a descrição profética do que se seguiria historicamente e produz um avanço natural nas profecias de Zacarias, tornando arbitrário o abandono dessa implicação do texto.[2]

Por outro lado, é inegavelmente escatológica a linguagem utilizada em diversas partes do parágrafo — como a chegada do Messias (v.9), o desarmamento de Israel devido à paz (v.10), o estabelecimento da nação em sua terra (v.16) e a prosperidade permanente (v.17) —, criando, assim, um conflito em relação à aplicação histórica da profecia no período dos macabeus. Como se não bastasse, ainda surge a necessidade de explicar como, em tempos de paz escatológica, se desenvolve o cenário violento e sangrento que envolve Israel, fortalecido pelo Senhor, como nação vitoriosa (vv.13-15).

O início do parágrafo surge em função do verso anterior que, voltando os olhos para o futuro, previa a libertação de Jerusalém e a soberania nacional. Tendo tocado nesse tema, o Senhor descreve o executor de tais ações, o Messias (v.9): “Alegra-te muito, filha de Sião! Aclamai, filha de Jerusalém! Eis que o teu rei vem a ti, ele que é justo e salvador, humilde e montado em um jumento, sim, sobre um jumentinho, cria de uma jumenta”. O chamado à exaltação não é sem motivo, já que contempla a chegada do rei prometido a fim de cumprir a aliança com o rei Davi (2Sm 7.16). Contudo, diferente dos reis da linhagem davídica que foram falhos ou até rebeldes, esse rei messiânico porta a qualidade divina de “justiça” e, no tocante ao seu papel em Israel, é “salvador”, alguém que obtém a tão esperada vitória sobre os inimigos. Em uma virada fantástica, a descrição gloriosa cede espaço à disposição humilde desse rei e sua chegada que divide a majestade com a simplicidade, ao vir montado em um jumentinho. Apesar de os jumentos serem animais muito úteis naquela região e certamente fazerem parte das posses e do uso real, há evidências suficientes na literatura antiga que demonstram o uso dos cavalos como locomoção oficial da realeza.

O fato é que a perplexidade dessa visão aparentemente ambígua se desfaz quando, no Novo Testamento, surge o Senhor Jesus adentrando Jerusalém montado em um jumentinho e sendo recebido e aclamado como rei, cumprindo a predição feita a esse respeito (Mt 21.5-7 cf. Gn 49.10,11). A dificuldade óbvia é que, entre sua entrada triunfal e a realização efetiva do seu reinado escatológico, há toda uma era em que Israel é temporariamente afastado, cedendo seu privilégio à igreja de Cristo (Rm 11). Por causa da progressividade da revelação divina, esse período, tão claro aos olhos do Novo Testamento, nem sempre foi percebido pelos profetas, como ocorre aqui. Diante desse texto e sua sequência, a chegada humilde do Messias em um jumentinho é seguida pela vitória contra os inimigos, restauração permanente de Israel e instauração da paz,[3] quando sabemos que essa última parte ainda não ocorreu. O profeta Miqueias faz o mesmo ao associar o nascimento do Messias (Mq 5.2) com o retorno dos israelitas em paz sob as bênçãos do seu rei (Mq 5.3), como se fossem eventos contíguos. Porém, apesar de já haver ocorrido o descrito no v.2, o resultado do v.3 ainda é aguardado. O fato é que os profetas, que tinham menos informações que os escritores do Novo Testamento, por vezes associavam acontecimentos que mantêm intervalos de tempo entre si. Alguns estudiosos chamam esse fenômeno de “horizonte profético”, comparando o aglutinamento de cumprimentos proféticos à visão equivocada que temos das montanhas no horizonte que, parecendo todas elas pertencerem à mesma montanha, costumam ser montes distantes uns dos outros, mas que, de longe, produzem uma imagem unificada, sem que se vejam os vales que os separam. Assim, nesse caso em questão, apesar de Jesus já ter completado a previsão do v.9, ainda aguardamos com esperança o cumprimento dos versos seguintes.

Em função do início do reinado efetivo do Messias, as esperadas bênçãos pactuais serão cumpridas (v.10): “Eu acabarei com os carros de Efraim e com os cavalos de Jerusalém. O arco de guerra será quebrado. Ele anunciará a paz às nações e o seu domínio será de mar a mar e desde o rio [Eufrates] até os confins da Terra”. Um dos modos de se anunciar a instalação da paz é anunciar o desmantelamento do arsenal de guerra. O mesmo ocorre com Isaías ao prever a paz mundial escatológica dizendo que todo o armamento será transformado em ferramentas agrícolas (Is 2.4). Aqui, os carros de guerra, puxados por cavalos, serão aposentados permanentemente — a palavra hebraica utilizada dá ideia de algo “cortado fora” ou “extirpado”. O texto não deve ser entendido de tal forma que somente Efraim possui carros de guerra e somente Judá os cavalos, mas como um modo de dizer que em “todo Israel” haverá tal paz que os armamentos alocados em todo o território serão inúteis e, por isso, descartados.

Depois de falar dos poderosos carros de guerra, o profeta fala de outro instrumento letal, os arcos. O alcance mortal dos arcos, com suas flechas que atingem inimigos a grande distância, faz dele uma arma perigosíssima. Sabendo disso, Zacarias diz que também esse trunfo militar será quebrado para que nunca mais seja utilizado contra outras pessoas. É claro que o texto coloca o desarmamento em termos militares antigos. Hoje, as guerras não são mais travadas com charretes e com arcos. Entretanto, o texto aponta para uma paz que é confirmada pelo desarmamento militar, qualquer que sejam as armas na ocasião em que isso ocorrer.

O resultado não será paz apenas para Israel e seu povo, mas para todo o mundo (cf. Is 2.2-4; Mq 4.1-3). Outro fator esplêndido é o fato de o Messias não reinar apenas sobre Israel, mas dominar as nações do mundo todo. Ao dizer que tal domínio será “de mar a mar”, a ideia não parece ser a de limitar um território entre dois mares, mas falar da continuidade ao redor do mundo, assim como dizemos “do começo ao fim”, “de A a Z” ou “de domingo a domingo”. Essa ideia se confirma quando o “rio Eufrates” surge como limite inicial de um controle que alcança “os confins da Terra”. É certo que qualquer rio, vale ou monte serviriam igualmente a essa figura. Porém, a menção do Eufrates certamente trazia à mente do judeu, que aguardava possuir a terra da promessa, a aliança feita com Abraão, a qual previa a posse territorial desde o Eufrates até o rio do Egito (Gn 15.18-21). Uma observação a ser feita é que, apesar de o texto hebraico dizer apenas “desde o rio até os confins da Terra”, a expressão “o rio” é um modo costumeiro daquela época de se referir ao Eufrates, razão pela qual o nome desse rio entrou na tradução.[4]

A ligação com a aliança abraâmica brota também no versículo seguinte (v.11): “Quanto a ti, por causa do sangue da aliança feita contigo, tirarei os prisioneiros das cisternas sem água”. A promessa feita ao patriarca envolvia a permanência da sua descendência na terra prometida — por isso, o Senhor trará Israel de volta ao seu território de direito. Entretanto, outra aliança, mesmo que derivada da abraâmica, parece condizer ainda melhor com tal promessa, a “nova aliança” (Jr 31.31-34). Além de ela prever a restauração espiritual de Israel, também prenuncia seu retorno ao país de onde foram expulsos (Jr 31.23-25,38-40). Ezequiel, falando das bênçãos espirituais da nova aliança, atrela a elas o retorno da nação (Ez 36.25-27 cf. vv.24,28). Essa é a razão de Deus, “por causa do sangue da aliança”, se comprometer a tirar o povo “das cisternas sem água”. Essa expressão produz, assim como na história de José, a ideia de uma prisão de onde não se pode sair sozinho. Assim tem sido a dispersão dos judeus pelo mundo devido à sua rebeldia e incredulidade. Não importa o que façam, não conseguem revertê-la plenamente. Na verdade, nem conseguem manter em paz o país que reinstituíram. Esse tormento só findará depois da entronização do Messias em Jerusalém e da sua influência mundial.

Nessa ocasião, será anunciado aos israelitas dispersos (v.12): “Retornai à fortaleza, prisioneiros da esperança. Hoje, igualmente, anuncio que vos restituirei em dobro”. A fortaleza é Jerusalém, tratando-se de uma sinédoque em que a parte é citada como referência ao todo, a terra da promessa. Além disso, Jerusalém, como capital livre de um país soberano, é um lugar muito importante dentro da profecia, principalmente ao lembrarmos que o Israel moderno não detém o controle pleno dessa cidade, a mais significativa para eles. Em complemento ao retorno, há também a provisão dobrada que revela que o Senhor voltará a tratar Israel como seu primogênito, dando-lhe abundância de tudo aquilo de que agora eles são “prisioneiros da esperança”, ou seja, esperançosos de ver cumpridas tais promessas. Na verdade, essa expressão aponta para o teor da esperança também no que tange à situação presente, podendo significar “prisioneiros no exílio que mantêm a esperança em Deus” ou “que têm esperança de que Deus irá libertá-los”,[5] fazendo-os retornar à sua terra.

Apesar da visão bela e pacífica do mundo governado pelo Messias, uma imagem desconcertante é exposta nos próximos três versículos. Israel, que no v.10 é permanentemente desarmado, surge agora como uma arma de guerra na mão de Deus (v.13): “Pois retesarei Judá como se fosse meu arco e o carregarei com Efraim. Eu despertarei os teus filhos, ó Sião, contra os teus filhos, ó Grécia. E farei de ti, [ó Sião], como espada de um guerreiro”. Esse quadro é tão antagônico ao anterior que alguns comentaristas ignoram a linguagem bélica desse trecho (vv.13-15) e reduzem seu significado a uma mera declaração de que Deus é soberano sobre as nações e que tem poder para abatê-las. É claro que não é fácil sair desse dilema. Entretanto, a conjunção “pois” nos ajuda a perceber que o que será dito faz parte do processo que leva àquela situação de paz. Nesse caso, a paz vem somente depois da guerra e depois da vitória de Israel sobre os inimigos e do Senhor contra a rebeldia dos povos. Nesse sentido, a batalha contra os gregos, liderada pelos macabeus, é uma demonstração histórica daquilo que Deus fará plenamente no futuro. Assim, antes de o Senhor quebrar o arco de Israel (v.10), ele utilizará Judá como um arco e Efraim como as flechas, ou seja, fará deles instrumentos de guerra e dos seus propósitos. Além de a um arco com suas flechas, os judeus também serão comparados a uma espada, produzindo a noção exata de que essa não será uma guerra somente do Senhor, mas também dos israelitas.

Apesar disso, o poder e a vitória vêm de Deus e da sua ação inevitável (v.14): “O Senhor será visto acima deles e suas flechas sairão com raios. O Senhor Deus dará o toque com a trombeta e partirá com furacões do Sul”. Não se trata de qualquer batalha que os judeus já travam ou que venham a travar. Essas palavras também não podem ser aplicadas a conflitos regionais como os já ocorridos na história do Estado de Israel. Trata-se de uma guerra de grande porte, cujo poder do Senhor é inegavelmente visto e reconhecido como se veem os raios do céu. Seu início deve ser bem marcante devido à figura de um toque de guerra dado pelo próprio Deus a fim de avançar sobre os opositores. Essa guerra também produzirá um resultado arrasador sobre os inimigos, assim como os estragos produzidos pelos “furacões do Sul”. Essa menção pode fazer referência às fortes tempestades da região árida e montanhosa do Sul de Judá, o Negueve, mas as tempestades mais violentas vindas a Judá pelo Sul são as que vêm do deserto da Arábia (Is 21.1 cf. Os 13.15).[6]

Israel entrará em batalha assim como fazia no passado, quando o Senhor os liderava em combate e os protegia para não sucumbirem diante de outros exércitos, tornando-os vitoriosos (v.15): “O Senhor dos exércitos os protegerá. Assim, eles comerão e pisotearão as pedras lançadas de fundas. Eles beberão e se alvoroçarão como se faz com vinho. Eles ficarão encharcados como bacias sacrificiais e como os cantos do altar”. Não é fácil compreender a linguagem truncada e as figuras rebuscadas, mas parece haver aqui, na figura de um banquete, uma visão dupla. A primeira visão é a batalha cruenta que será travada de maneira poderosa por parte dos israelitas. Sob esse aspecto, as pedras lançadas a eles pelos fundibulários inimigos não têm efeito, mas são devoradas e pisadas pelos soldados judeus. Na batalha, seus gritos de guerra lembrarão os barulhos ruidosos de um homem embriagado, tamanha a determinação e ferocidade dos seus soldados. Por fim, assim como as bacias e o altar do templo ficavam cheios de sangue dos sacrifícios, os israelitas “ficarão encharcados”, ou seja, “se encherão de sangue” dos inimigos em decorrência da batalha. A segunda visão é a de um banquete em que os vencedores comem os despojos da batalha, comemoram com gritos de grande alegria e cuja taça se enche, assim como eles mesmos. De qualquer modo, seja olhando para a batalha ou para a vitória, fica muito bem descrita aqui uma guerra violenta que Deus fará Israel vencer.

Esse fato deixa muitos estudiosos perplexos, já que não vislumbram uma guerra escatológica final da qual Israel participe. Uma das razões para isso é, possivelmente, a descrição da batalha final dessa era como a vinda do Messias com seu exército celestial para vencer o inimigo (Ap 19.11-21), sem fazer qualquer menção a Israel como exército participante. Contudo, o profeta Miqueias, ao prever a tomada de poder pelo rei eterno que nasceu em Belém-Efrata (Mq 5.2), diz também: “O remanescente de Jacó estará entre as nações, no meio de muitos povos, como um leão entre os animais da floresta, como um leão forte entre rebanhos de ovelhas, leão que, quando ataca, destroça e mutila a presa, sem que ninguém a possa livrar. Sua mão se levantará contra os seus adversários, e todos os seus inimigos serão destruídos” (Mq 5.8,9 — ver também 4.13). Essa não é a imagem de um Israel passivo esperando que o Senhor faça tudo sozinho, mas de um exército poderoso que toma parte na batalha. Nesse sentido, o profeta Isaías trata Israel como ferramentas de arado moendo e pulverizando seus inimigos (Is 41.14-16 cf. vv.12,13). O próprio Zacarias ainda antevê os israelitas, fortalecidos pelo Senhor, em luta contra as nações e prevalecendo sobre elas (Zc 12.3-6, tb. 10.5). Desse modo, vê-se que a paz que o Messias trará será promovida após a punição da rebeldia contra o Senhor, assim como Deus fez no passado ao, simultaneamente, abençoar Israel com a terra de Canaã e punir as nações rebeldes (Gn 15.16).

O resultado final é a confirmação da filiação de Israel e sua restauração (v.16): “Naquele dia, o Senhor, o Deus deles, os salvará como rebanho do seu povo, de modo que eles serão como pedras de uma coroa encravadas em sua terra”. Duas figuras são utilizadas. A primeira é a de um rebanho que, no Oriente Médio Antigo, não era tratado com descaso, mas com cuidado amoroso e benevolente por parte dos seus pastores. Igualmente, Deus agirá para com eles como um pastor excelente que livra seu rebanho dos perigos e lhe dá alimento, refrigério e segurança. A segunda figura reflete o caráter permanente da habitação do Israel restaurado na terra da promessa, pois serão como pedras preciosas engastadas em uma coroa. O valor da coroa e das pedras fazia com que o trabalho de confecção dessa peça real exigisse do ourives esmero e encaixes firmes das pedras para que não se perdessem. Não podia haver o risco de as gemas preciosas se soltarem da coroa. Do mesmo modo, o Senhor os firmará perpetuamente na terra assim como perpétua é a aliança que Deus fez com Abraão. Além do mais, a ideia das pedras preciosas nos indica como o Senhor valorizará seu povo e lhe encherá de bênçãos. Essa bondade é o tema final da profecia (v.17): “Quão grande é a sua benevolência e a sua graça! O trigo fará crescer os jovens e o vinho, às donzelas”. Além da “paz” para Israel e para o mundo, da “permanência” definitiva dos judeus na terra da promessa, a última faceta é exposta na figura da “prosperidade” para os habitantes de Israel, os quais terão filhos que crescerão e encherão as praças do país (Zc 8.5).

Israel tinha, com isso, uma esperança dupla: esperança no futuro (escatológica) e esperança no presente, no decorrer da história (em relação ao domínio grego). A igreja de Cristo tem essa mesma esperança. Tem esperança de chegar ao céu, encontrar-se com o Senhor e com os santos, sem pecados nem sofrimentos, e habitar pela eternidade com Deus em sua glória. Ao mesmo tempo, tem a esperança de ver a mão cuidadosa, protetora e provedora do Senhor durante a história, em seu dia a dia nesse mundo mau. Se essas palavras encorajaram os macabeus a lutar contra um inimigo mais poderoso e a aguardar um reino futuro, muito mais nós temos de ter coragem para servir a Cristo e lutar contra o mal, levando a verdade do evangelho a todos e resistindo às perseguições que testemunham que somos filhos de Deus. Para nós, também a luta vem primeiro para depois herdarmos a eterna e verdadeira paz!

Pr. Thomas Tronco

 VOLTAR


[1] Walvoord, J. F.; Zuck, R. B. The Bible Knowledge Commentary: Old Testament. Colorado Springs: David C. Cook, 1983, p. 1563.

[2] Joyce Balwin, tentando resolver esse conflito sem atrelar à profecia uma implicação que não seja escatológica, aponta o fato de que a Grécia é citada em hebraico como “Javã”, propondo que esse texto não se refere à Grécia apenas, mas a todas as nações distantes, citando como apoio D. R. Jones, A Fresh Interpretation of Zechariah IX-XIV, VT, XII, 1962, p. 248, em que ele diz: “Neste tipo de retórica, Javã é apropriadamente contraposto a Sião, como símbolo das nações. O quadro é semelhante ao de Is 49.22, onde Javã fala às nações” [Baldwin, J. G. Ageu, Zacarias e Malaquias: Introdução e Comentário. Série Cultura Bíblica. São Paulo: Vida Nova, 2006, p. 140].

[3] Pinto, Carlos Osvaldo Cardoso. Foco e Desenvolvimento no Antigo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2006, p. 792.

[4] The NET Bible. First Edition. Biblical Studies Press: www.bible.org, 2006 [Zc 9.10].

[5] Clark, D. J.; Hatton, H. A Handbook on Zechariah. UBS Handbook Series. Nova York: United Bible Societies, 2002, p. 248.

[6] Keil, C. F.; Delitzsch, F. Commentary on the Old Testament (electronic ed.). Peabody, MA: Hendrickson, 2002, vol. 10, p.581.

Este site é melhor visualizado em Mozilla Firefox, Google Chrome ou Opera.
© Copyright 2009, todos os direitos reservados.
Igreja Batista Redenção.