Segunda, 19 de Novembro de 2018
   
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Provérbios 16.11

  

Provérbios 16.11

“Balanças e pesos honestos vêm do Senhor; todos os pesos da bolsa são feitos por ele” (Pv 16.11 NVI). 

Bernard H. Kroger (1860-1938), um jovem funcionário de um mercado, começou seu próprio negócio munido apenas de 372 dólares e uma ideia. Ele abriu um pequeno armazém no Estado norte-americano de Cincinnati. Setenta anos depois, sua empresa tinha crescido bastante e contava com cerca de 2 mil lojas em 19 Estados do Meio-oeste e Sul dos Estados Unidos. Ele ajudou a promover uma revolução no ramo do comércio e da propaganda, baseado na premissa de que, se um grande volume de bens pode ser vendido com uma margem pequena de lucro, um ganho substancial ainda será obtido. Além de ser uma grande lição comercial, trata-se de uma prova inegável de que não é preciso ser desonesto para subir na vida e ter sucesso nos negócios.

Salomão conhecia o valor da honestidade e as razões para o homem ser honesto. Por isso, ele começa falando de “balanças e pesos”. Esse era o modo de se fazer negócios no passado. Por falta de uma padronização como temos hoje, com extrema precisão e com unidades reconhecidas por todo o mundo, cada reino tinha seu próprio sistema de pesos e medidas. Nesse caso, quem determinava suas unidades e divisões eram os reis. Apesar disso, Salomão fala sobre um tipo específico de pesos, mas não lhes dá outro nome senão “honestos”, afirmando que eles “vêm do Senhor”. É como se dissesse que, apesar da variedade de sistemas de medida entre as nações, os negócios feitos com honestidade agiam como um denominador comum em todas as culturas por ser determinado pelo Rei dos reis.

O rei sábio vai além e diz que “todos os pesos da bolsa são feitos por ele”. Assim, sendo dono de todos os pesos do mundo, Deus também é o fiscal de todas as negociações ao redor do planeta, sabendo avaliar a honestidade ou desonestidade empregadas em cada transação comercial, importando-se com o modo como os negócios são fechados. Ao dizer isso, o escritor afirma que ninguém tem direito de fazer negócios cujos pesos são falsos e as medidas, alteradas — prática que não era rara. Mercadores usavam, por exemplo, pesos mais leves para vender menos mercadoria ao mesmo custo e lucrar mais, mas o Senhor não permite tais expedientes e cobra isso dos fraudulentos. Pensando nisso, como têm sido os seus negócios? Seus pesos têm sido justos? Você convidaria o Senhor para auditar seus ganhos?

Pr. Thomas Tronco

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