Sexta, 21 de Setembro de 2018
   
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Reflexão de 4 de novembro

  

4 de novembro

Leitura do dia (para ler a Bíblia inteira em 1 ano): 1Timóteo 5.21–6.21; Jeremias 3–4; Salmo 120

Reflexão do dia: Provérbios 14.20,21

Os pobres são evitados até por seus vizinhos, mas os amigos dos ricos são muitos. Quem despreza o próximo comete pecado, mas como é feliz quem trata com bondade os necessitados!”.

Ouvi, recentemente, no rádio do carro, um blues americano no qual o cantor contava que havia sido milionário. Por ter muito dinheiro, ele esbanjava em diversos prazeres e sua casa estava sempre cheia de amigos. Isso aconteceu até que ele sofreu um revés financeiro, não podendo mais pagar pelos luxos do passado. Não coincidentemente, aqueles seus antigos “amigos” agora davam a impressão de nem mesmo conhecê-lo. Infelizmente, essa não é uma realidade apenas das canções tristes em ritmo de blues. Isso acontece na vida real e Salomão descreve os dois lados da moeda.

De um lado, há aquele que é tratado em conformidade com seus bens (v.20) e, de outro, aquele que o trata seguindo tais parâmetros (v.21). No primeiro enfoque, o rei sábio diz que “os pobres são evitados”. Isso não acontece apenas por parte de pessoas que os desprezam, mas até por pessoas próximas. A pobreza traz consigo a necessidade de ajudar e nem todos estão dispostos a isso, razão pela qual a distância costuma ser a melhor saída para alguns. Por outro lado, “os amigos dos ricos são muitos”, o que revela que o egoísmo toma uma parte importante naquilo que define os relacionamentos. Parece que todos querem estar perto daquele que ri, mas quase ninguém quer se unir ao que chora.

Salomão não apenas expõe esse fato no v.20, mas o qualifica, no v.21, como “pecado” a ação egoísta daquele que “despreza o próximo”. Deus não concorda com o critério utilizado por muitos para desenvolver amizade. Dito isso, ele propõe o correto como algo que agrada a Deus e que é aprovado por ele, chamando de “feliz” aquele que “trata com bondade o necessitado”. É claro que o necessitado não poderá retribuir a ajuda. Então, como quem o socorre pode ser feliz? A resposta implícita é que Deus, em sua aprovação e graça, recompensa esses amigos bondosos e desinteressados, os quais buscam o bem alheio sem segundas intenções. Por fim, a lição parece ser que, apesar de desinteressados, são esses mesmos que herdam bênçãos maravilhosas de Deus, sejam espirituais ou até mesmo materiais. Estar ao lado de Deus é muito melhor que estar ao lado dos ricos e famosos.

Pr. Thomas Tronco

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