Sexta, 21 de Setembro de 2018
   
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Reflexão de 13 de novembro

  

13 de novembro

Leitura do dia (para ler a Bíblia inteira em 1 ano): Tiago 1; Jeremias 21–22; Salmo 129

Reflexão do dia: Provérbios 14.32

“Quando chega a calamidade, os ímpios são derrubados; os justos, porém, até em face da morte encontram refúgio”.

Dizem que todo ateu é convicto em sua “fé” até que o avião em que esteja comece a cair. Quando isso ocorre, ele grita: “Meu Deus do céu!”. Diante da morte, o ateu se vê diante de duas possibilidades de crer e sofrer com cada uma delas, seja a desesperança do fim de uma existência sem sentido ou a nova crença de que será julgado por Deus. Conta-se que Sir Francis Newport, presidente de um clube ateísta britânico, disse aos amigos no seu leito de morte: “Não precisam me dizer que não existe um Deus porque eu sei que há um, o qual está irado comigo! Vocês não precisam me dizer que não há inferno, pois eu já sinto minha alma entrando em suas labaredas! Miseráveis​​, cessem a conversa fiada sobre esperança para mim! Eu sei que estou perdido para sempre!”.

O fato é que a falta de esperança na vida futura e no encontro com o Senhor dá ao homem rebelde a consciência tranquila que ele deseja para saciar todos os seus desejos e impulsos. Entretanto, a mesma falta de esperança torna a morte um momento muito duro e cheio de desespero. Desse modo, o melhor modo de viver no ateísmo é simplesmente ignorar o futuro inevitável da morte, fazendo-o, talvez, por meio de uma vida cujos valores são “o aqui e o agora”. Mas isso só serve como paliativo, pois “quando chega a calamidade”, ou seja, a morte inevitável, a verdade é que “os ímpios são derrubados”.

Porém, essa não é a única verdade. Para os servos de Deus a esperança é outra, bem diferente. Pela fé que depositaram em Deus, têm a certeza de encontrá-lo não como um juiz severo, mas como um pai amoroso. Por isso, Salomão diz que “em face da morte” — que nesse texto não deve ser compreendido como mero risco de morte, mas como a morte em si — os servos de Deus “encontram refúgio” e esse refúgio é o seu salvador. É claro que as Escrituras ensinam que muitas vezes o Senhor protege seus filhos e os livra da morte, mas Salomão vai além e mostra que até na morte o crente está seguro. Basta agora você escolher como quer encontrar esse duro momento da vida. Se as pessoas preparam seu funeral com muito tempo de antecedência, muito mais deveriam preparar sua vida futura crendo em Jesus como único salvador e provedor da vida eterna, a qual em nada ficará devendo a essa!

Pr. Thomas Tronco

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