Segunda, 24 de Setembro de 2018
   
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Reflexão de 20 de novembro

  

20 de novembro

Leitura do dia (para ler a Bíblia inteira em 1 ano): 1Pedro 3; Jeremias 35–36; Salmo 136

Reflexão do dia: Provérbios 15.4

O falar amável é árvore de vida, mas o falar enganoso esmaga o espírito”.

Esse é um versículo cuja tradução, nas diversas versões, nem sempre tem seu sentido e paralelismo preservados, principalmente na primeira parte. A palavra hebraica traduzida comumente como “amável”, “sereno” ou “gentil” também tem o sentido de “cura” (cp. Jr 8.15; 33.6). Dentro do paralelismo proposto por Salomão, esse parece ser o melhor sentido. Nesse caso, o que o escritor tem em mente é algo comparado à saúde ou doença de uma pessoa condicionada às palavras que ouve do sábio ou do tolo.

Assim, “o falar amável”, ou melhor, “o falar curativo” do sábio é “árvore da vida” para aquele que está sofrendo e abatido em meio aos revezes. É certo que a vida acaba por fortalecer as pessoas em meio às dificuldades, tornando-as cada vez mais firmes e resistentes. Contudo, nem sempre é possível suportar as pressões e a tristeza por muito tempo. Nesse caso, o abatimento íntimo de alguém pode ser comparado a uma doença que o corrói e enfraquece, fazendo-o achar ser impossível se levantar. Nesse momento, mais que nunca, o sábio é chamado a curar as feridas do sofrimento por meio de palavras sábias que consolem, encorajem e renovem a fé e o vigor. É algo melhor e mais eficaz que a medição correta para certa doença.

O tolo, obviamente, consegue fazer o contrário. Ele agrava até as piores situações falando o que não deve e na hora indevida. Sem ser alguém confiável, renegando o temor de Deus que lhe limitaria as palavras, ele tem um “falar enganoso” que visa a machucar até quem já está ferido. Ele pretende aquilo de que fala o ditado “chutar cachorro morto”. E, para tanto, ele inventa mentiras e provoca situações de desconfiança, desavença e desarmonia, ações que revelam seu caráter “enganoso”. Muitas vezes, seu objetivo é, infelizmente, alcançado, pois ele “esmaga o espírito” do abatido em vez de socorrê-lo e curá-lo, como aconteceria se um médico prescrevesse a medicação errada para um doente internado em estado grave. Pense: se você fosse um médico, prescreveria os medicamentos que curassem ou que matassem os pacientes? Em suas palavras: você quer que curem o abatido ou que terminem de destruí-lo?

Pr. Thomas Tronco

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