Sábado, 22 de Setembro de 2018
   
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Reflexão de 20 de dezembro

  

20 de dezembro

Leitura do dia (para ler a Bíblia inteira em 1 ano): Colossenses 2.20–3.17; Ezequiel 29–30; Isaías 55

Reflexão do dia: Provérbios 16.4

O Senhor faz tudo com um propósito; até os ímpios para o dia do castigo”.

O ouvido humano é uma maravilha acústica do mesmo modo como o olho é uma maravilha óptica. O ouvido interno é como um piano com 15 mil teclas, pois esse é o número de tonalidades diferentes que podem ser detectadas pelo aparelho auditivo. Entretanto, o ouvido não tem apenas a função de escutar. Ele também age no controle e manutenção do equilíbrio. Quem, senão Deus, poderia ter formado um instrumento como o ouvido rendendo a ele um propósito duplo?

O fato é que “o Senhor faz tudo com um propósito”. Com ele as coisas não vão simplesmente acontecendo. Assim como o versículo anterior, esse fala sobre o controle soberano de Deus sobre todas as situações. Salomão escreveu em outro livro que “para todo propósito há tempo e modo” (Pv 8.6 ARA). Apesar de ele escrever isso em relação à realidade humana, o próprio Deus parece se enquadrar nesse modo de agir, tendo propósitos pessoais e uma maneira correta de fazer tudo que planejou. Quando se diz “fazer tudo” é tudo mesmo, “até os ímpios para o dia do castigo”, texto que costuma causar bastante confusão nos leitores. O fato é que esse texto tem duas possíveis interpretações.

A primeira é que Deus, controlando a história, levanta inclusive homens ímpios para levar castigo e destruição a quem ele julga, como foi o caso da Babilônia, escolhida para abater Judá (Hc 1.5-11) e levantar o império medo-persa e seu líder Ciro para derrubar a Babilônia (Is 48.14). A segunda é que o Senhor fez os ímpios para serem julgados por seu mal e revelar, com isso, a grandeza da sua justiça e ira contra o pecado. Como o versículo seguinte fala da punição dos ímpios, a segunda possibilidade parece mais plausível aqui. Além do mais, o apóstolo Paulo ensina o mesmo ao dizer que o Senhor, para “mostrar a sua ira e tornar conhecido o seu poder, suportou com grande paciência os vasos de sua ira, preparados para destruição” (Rm 9.22). Sendo assim, o crente não pode invejar a condição dos ímpios, pois também sabe o que lhes está reservado. Quanto aos incrédulos, esse é o alerta urgente para crerem em Cristo como salvador. Afinal, quem pode impedir os propósitos de Deus?

Pr. Thomas Tronco

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