Sexta, 28 de Abril de 2017
   
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Eclesiastes 2.1-11 – A Ilusão da Autossatisfação

 

O escritor prossegue em sua busca pelo sentido da vida ou pelo pleno uso da sabedoria a fim de tirar o melhor proveito do conhecimento e da vida. Ele não quer simplesmente aproveitar a vida, mas descobrir “como” aproveitá-la e o que tem valor verdadeiro e permanente nela. Suas duas buscas anteriores foram infrutíferas, a saber, quando buscou significância, em primeiro lugar, na existência e na história humana (1.1-11) e, em segundo, no acúmulo de sabedoria e conhecimento em si mesmos (1.12-18).

Sendo assim, ele parte para sua terceira empreitada, uma menos filosófica e mais carnal e emocional, focada na sensação de “satisfação”. É, obviamente, uma busca bem menos nobre que as duas primeiras, mas Salomão está disposto a pesquisar todas as áreas da vida a fim de entender o que dá valor ao homem e à sua vida.

Por isso, ele se volta propositadamente à autossatisfação (v.1): “Disse a mim mesmo, em meu íntimo: ‘Vamos! Eu te provarei com a satisfação. Veja como é bom’. Porém, percebi que isso também era futilidade”. A expressão “em meu íntimo” quer literalmente dizer “em meu coração”, expressão que aponta mais para a razão pessoal que para os sentimentos. Contudo, não há como ignorar o papel dos sentimentos e das emoções quando o assunto é a busca por satisfação de todos os tipos. E são todos os tipos de satisfação o alvo da frase “eu te provarei”, a qual tem aqui o sentido de impor um teste a si mesmo por meio desses objetos. Isso quer dizer que Salomão continua em suas pesquisas, mas com um caráter bem diferente dessa vez.

Ao dizer “veja como é bom”, o escritor lança mão de uma preposição com sentido identificativo[1] que promove uma ideia mista, na qual ele une tanto o deslumbre inicial com a alegria resultante da satisfação como a ironia de perceber que ela não é tão boa quanto parece. Por isso, ele oferece suas conclusões logo de cara — talvez para não criar falsas expectativas no leitor — e explica que ser regido pelas sensações e pelas emoções é também uma “futilidade” incapaz de dar significado à vida (v.2): “Disse eu à diversão: ‘É loucura’; e à satisfação: ‘Para que serve isso?’”. Inutilidade, portanto, é a melhor qualificação para a busca da alegria em si mesma segundo as observações do escritor.

O termo traduzido aqui como “diversão” costuma ter quatro significados em hebraico: o riso alegre, o riso frívolo advindo da folia, o prazer e o escárnio. Porém, em Eclesiastes, o termo é sempre usado em contextos de banquetes, bebidas, festas frívolas autoindulgentes e folias (Ec 2.2; 7.3,6; 10.19), sendo distinto da alegria saudável. Assim, a conotação de “folia frívola” se encaixa melhor neste contexto,[2] sendo avaliado como “loucura” pelo escritor. Quanto à palavra aqui traduzida como “satisfação”, ela tem o sentido de alegria, tanto aquela que se tem de modo positivo em festividades como aquela negativa e maliciosa que vem do prazer e da tolice.[3] Esse segundo sentido se adequa melhor à conclusão de Salomão de que tais coisas de nada servem, avaliando a autossatisfação como futilidade na busca pelo significado da vida.

Tendo resumido sua iniciativa (v.1a) e suas conclusões (vv.1b,2), em um tipo de sumário, ele descreve em seguida como foi o processo da sua pesquisa (vv.3-8) e até onde ele se esforçou por buscar tal conhecimento e experiência (vv.9,10), repetindo sua conclusão ao final (v.11)[4] — essa, diga-se de passagem, é uma estrutura de texto que se assemelha aos trabalhos e publicações científicas modernos.

Assim, ele passa à argumentação sobre seus esforços para entender o que representa a sensação de satisfação para o homem. Seu primeiro objeto de estudo, muito comum em seu tempo e ao longo de toda a história da humanidade desde Noé, foi o prazer da bebida alcoólica (v.3a): “Examinei em meu íntimo tanto a sensação de deleitar meu corpo com vinho — enquanto meu coração era guiado pela sabedoria — como a sensação de abraçar a insensatez”. Ao que tudo indica, a situação em que Salomão se colocou guardava algumas distinções daquelas mantidas pelos bêbados tradicionais. Não quer dizer que o vinho que o rei bebia tinha teor alcoólico menor, mas que sua motivação era entender os impulsos e as alegadas alegrias dos ébrios, sem estar escravizado ao vício como eles. É claro que se trata de uma pesquisa bastante arriscada e esse texto não deve servir para encorajar os leitores a brincar com o pecado e seus riscos a fim de conhecer seus efeitos. Uma pesquisa como essa equivale, por exemplo, a um pesquisador que injeta em si um vírus perigoso para testar seus efeitos no corpo humano.

Porém, a menção ao cuidado de ter seu coração “guiado pela sabedoria” mostra que o objetivo do rei não era se entregar à bebida como um fim em si, mas analisar a sensação e o deleite que alguém pode tirar dessa prática diante da inevitável dissolução que a bebida produz. Quanto a esse resultado final — a dissolução —, ele sabia muito bem, desde o início, que a encontraria, pelo que diz que iria “abraçar a insensatez”, mas seu propósito parece ser analisar o modo como ele agiria nesse estado a fim de tirar suas conclusões sobre a validade e os custos desse tipo de satisfação.

Esse hábito mantido pelo rei foi realizado por algum tempo apenas, não passando a ser seu estilo de vida permanente, visto que ele mesmo informa que agiu assim até ter chegado às conclusões que almejava (v.3b): “Fiz assim até entender o que é melhor que os filhos do homem que estão debaixo do céu façam durante os dias da sua vida”. Tendo comparado seus dias em sobriedade com os dias de embriaguez, ele descobre o que é “melhor” que os homens “façam”. O fato de ele não dizer com todas as letras que o melhor é não se embriagar, nem buscar satisfação na dissolução da bebedeira, sua menção à “insensatez” no versículo anterior e suas conclusões gerais do trecho sobre as satisfações comuns da humanidade deixam claro que esse hábito também foi reputado por ele como “futilidade” e “loucura”. Na verdade, os ensinos colecionados pelo rei sábio no livro de Provérbios demonstram que ele entendia bem o que era melhor ao homem e a ele, especialmente, como rei de Israel: “Não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte. Para que não bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos” (Pv 31.4b,5).

A segunda área de satisfação pesquisada pelo escritor está no campo das posses e dos bens (v.4): “Fiz obras magníficas. Construí casas para mim. Plantei vinhas para mim”. Os três versículos consecutivos (vv.4-6) começam aqui com o verbo “fiz”, dando um sentido de realizações ao contexto. Entretanto, Salomão não está preocupado nesse trecho com suas realizações e satisfações profissionais, mas com os bens que juntou e construiu para si. O enfoque é basicamente sobre suas riquezas e luxos. Prova disso é quão pouco ele fala das grandes construções que realizou, ao passo que descreve bem os lugares em que passava tempos deleitosos e as mordomias que tinha por parte das pessoas que lhe serviam. Deve-se observar a repetição da expressão “para mim” na tradução acima, a qual se repete à exaustão ao longo de todo o texto. Poderíamos muito bem traduzir como “construí casas e plantei vinhas para mim”, omitindo a repetição, mas a intenção do escritor parece ser a de enfatizar sua posse sobre tais coisas e o prazer que procurou em ter para si todas elas, de modo que a tradução deve fazer jus a essa intenção. Essa ênfase no “para mim” também explica porque ele, como grande construtor que foi, não faz menção aqui ao Templo do Senhor que ele erigiu em Jerusalém.[5]

O esplendor de suas propriedades e o luxo em que ele viveu são descritos no versículo seguinte (v.5): “Fiz para mim jardins e parques, plantando neles todo tipo de árvores frutíferas”. O termo traduzido como “parques” aparece apenas três vezes na Bíblia (Ne 2.8; Ec 2.5; Ct 4.13) e é derivado de uma palavra persa que designava parques fechados e jardins dos reis da Pérsia.[6] A verdade é que os palácios reais eram muitas vezes rodeados por um jardim privado plantado com árvores de frutos e de sombra, com cursos de água, piscinas e passarelas, coisas típicas de um lindo parque, incluindo, por vezes, muitas árvores e plantas exóticas.[7] Esse era um grande luxo que dava ao rei o prazer de ter um lugar lindo e aprazível, além da autoafirmação de ser uma pessoa ímpar e digna de um lugar tão singular e maravilhoso.

Para quem acha que foi barato e fácil construir tais jardins, basta notar o que também foi preciso fazer como infraestrutura para um arvoredo como esse (v.6): “Fiz para mim açudes a fim de regar o bosque no qual cresciam as árvores”. Alguns locais têm uma geografia que facilita o acesso à agua por gravidade, por meio de ribeiros de água que precisam apenas ser direcionados por cortes na terra sem grandes dificuldades (cf. Pv 21.1). Mas em uma cidade murada e sobre uma região elevada era preciso, naqueles dias, efetuar um complexo sistema de escavação de dutos subterrâneos e aquedutos externos a fim de levar a água até onde ela seria utilizada na irrigação das árvores. Além do mais, o texto se refere a “jardins e parques”, no plural, evidenciando que tanto as casas como esses jardins se encontravam em vários lugares, provavelmente em várias cidades, exigindo os mesmos trabalhos e gastos em cada um deles. E Salomão não se refreou em nenhum deles para que sua satisfação em suas propriedades fosse completa.

Sua busca pelas satisfações que a riqueza pode proporcionar não se limitou aos lugares em que ele passaria tempos prazerosos. Ele também buscou ao máximo a satisfação do tratamento que um rei com recursos quase ilimitados pode ter (v.7a): “Comprei servos e servas, fora os que nasceram escravos em minha casa”. A escravidão era comum naquela época, ainda que a lei proibisse a escravidão de irmãos judeus e regulamentasse a servidão de estrangeiros, mostrando que esse não era o ideal do Senhor. Sendo assim, o rei se fez servir por um grande séquito de empregados e de escravos, cuja ocupação era suprir todas as suas necessidades, mantendo um elevado padrão de luxo que causava admiração até em outros chefes de Estado (1Rs 10.4-7).

Mas é claro que tanto luxo serviçal seria inútil se o rei não tivesse o que oferecer para si e seus convidados, de modo que ele também mantinha grandes rebanhos a lhe garantir a fartura de sua mesa (v.7b): “Comprei também rebanhos de bois e ovelhas, bem mais do que possuíram todos que viveram em Jerusalém antes de mim”. Tanto no caso dos servos como dos rebanhos, a satisfação era dupla. Em primeiro lugar, era ser servido por muitas pessoas com mesas fartas e delícias de tirar suspiros de qualquer um. A segunda era a sensação de ostentação e superioridade de ter tudo isso à sua disposição, sendo admirado por todos que nem de perto sonhavam com tantas mordomias. Salomão sentiu tudo isso para saber se encontraria uma boa razão nisso que desse sentido à vida.

Se suas posses já não fossem o bastante, ele acumulou muito dinheiro em espécie (v.8a): “Também ajuntei para mim prata e ouro, além de tesouros dados por reis e províncias”. Na verdade, as Escrituras contam que Salomão teve tanto desses metais preciosos que a prata chegou a perder parte do seu valor, de tanto dela que havia em Jerusalém (2Cr 9.20). Quanto aos tesouros que juntou, os quais normalmente eram feitos de ouro, prata e de todo tipo de pedras preciosas, sua fonte eram os reis que lhe visitavam a fim de conhecê-lo e admirá-lo e também os governantes e províncias que estavam sob o controle suserano de Israel, a quem deviam impostos e tributos periódicos, além de fidelidade militar. Por isso tudo, Salomão sabia ser o homem mais rico que já vivera ali e teve a oportunidade de provar a sensação de satisfação que a riqueza, o poder, a mordomia, a admiração e o respeito que isso tudo lhe conferia.

A última área alistada na qual o escritor buscou autossatisfação contém prazer em bem mais sensuais que os primeiros (v.8b): “Adquiri para mim cantores e cantoras, além dos prazeres dos filhos dos homens, a saber, mulheres e mais mulheres”. Em primeiro lugar, esse texto demonstra seu prazer pelas artes dos seus dias, as quais, especialmente nas festividades, consistiam da apresentação de cantos e danças. Contudo, ao dizer mais uma vez a expressão “para mim”, ele parece dizer que aproveitava privadamente dos prazeres dessas artes, alegrando-se com elas. Em segundo lugar, ele cita os mais desejados e buscados “prazeres”, os quais se perfazem pela companhia feminina íntima. A palavra utilizada por Salomão para descrever as mulheres nas quais ele buscou seus “prazeres” não descreve exatamente esposas, mas concubinas de um harém. Na verdade, ele utiliza uma estrutura hebraica difícil de traduzir que, no final, dá a ideia de um grande harém de mulheres cuja única serventia era lhe dar prazer carnal, algo que é confirmado em 1Reis 11.3. Para quem queria pesquisar todas as satisfações ao alcance dos homens, essa certamente não ficaria de fora, mas a escala em que ela é buscada chega a ser assustadora para os leitores. Mesmo assim, Salomão não disse “não” a nenhum dos prazeres que pudessem lhe dar satisfação e alegria.

Comparando-se aos demais nos quesitos necessários para se obter a autossatisfação, Salomão conclui que ninguém conheceu mais prazeres, alegrias e satisfações que ele (v.9): “Sobressaí e ultrapassei todos que existiram em Jerusalém antes de mim. Mesmo assim, minha sabedoria permanecia comigo”. Apesar de todas as sensações que buscou, ele garante, assim como no v.3, que conseguiu manter sua sabedoria. Com isso, quer garantir ao leitor que ele não perdeu o autocontrole em sua busca de luxo e prazer. Em vez disso, efetuou a tentativa de encontrar uma base racional para defender que o prazer e a riqueza estão fadados ao fracasso no sentido de dar significado à vida humana, mesmo que essa tentativa seja guiada pelo autocontrole.[8]

Ele conclui essa ideia afirmando que provou de tudo, sendo, portanto, habilitado e capacitado a tratar do tema (v.10a): “Eu não me privei de nada que meus olhos desejaram, nem neguei a mim qualquer satisfação”. Para que ninguém pense que Salomão exagerou na descrição dos bens que possuiu, o livro de 1Reis confirma tal relato afirmando que ele foi o homem mais rico e poderoso que já tinha vivido em Jerusalém (1Rs 10), que fez magníficas casas e vinhas (1Rs 7.1-11), que tinha um grande séquito de escravos (1Rs 10.5), músicos e um grande harém (1Rs 11.1-3), além de grande riqueza acumulada na forma de rebanhos e tesouros de prata e ouro (1Rs 10.14-15,27).[9] Com tal riqueza, de fato era possível que ele desse a si mesmo tudo que desejasse. E ao fazê-lo, significa que ele buscou e obteve toda satisfação que era disponível, segundo diz (v.10b): “Ao contrário, satisfiz-me com todos os meus trabalhos e essa era a minha recompensa por todos eles”. Esse trecho que, a princípio parece positivo, é mais uma declaração da futilidade do prazer e da satisfação, pois Salomão declara que tais sensações em si foram o máximo benefício que alcançou, sem que encontrasse respostas mais relevantes para sua vida.

A conclusão final, porém, vem no último versículo do trecho (v.11): “Então, eu refleti em todas as obras que minhas mãos fizeram e no trabalho que realizei e percebi que tudo era futilidade e correr atrás do vento e que não há proveito debaixo do Sol”. Ele conta que refletiu bastante a respeito de tudo que sentiu, entendeu e concluiu. Afinal, é a verdade que ele está buscando e não o prazer em si. Assim, ele avaliou tudo que construiu e juntou para si, além de toda mordomia, conforto, alegria e prazeres que o envolviam e percebeu que tudo isso era “futilidade”. Como outras coisas que têm certo valor, mas que são passageiras e inúteis para dar sentido aos mistérios da vida, ele diz que a autossatisfação também é comparável a “correr atrás do vento”.[10] Mas será que ele não foi muito rigoroso nessa avaliação? A resposta é não, pois, mais uma vez, ele dá a perspectiva correta contra a perspectiva do mundo, que se limita a ver e viver as coisas apenas “debaixo do Sol”, ignorando e rejeitando o Senhor, seus valores, seus desejos e seus planos.

A verdade é que a alegria e a satisfação não são erradas ou ruins. O próprio Senhor proporciona alegria aos seus servos (Pv 5.18,19; Ec 2.24; 3.13,22; 5.18; 9.9). Outra fonte de alegria e satisfação dos servos de Deus é o próprio Deus, a salvação que ele nos deu gratuitamente, a comunhão com ele, a esperança da vida eterna e o cuidado e consolação que nos acompanham por causa do Senhor (Dt 16.8; 1Sm 2.1; Sl 5.11; Rm 12.12; Fp 3.1; 4.4).

O problema verdadeiro da autossatisfação surge quando ela passa a ser um objetivo e uma finalidade em si mesma, o que normalmente acontece na vida das pessoas que não creem em Deus ou que não se importam com ele, ignorando-o em suas vidas. O fato é que a alegria verdadeira só existe e permanece quando tem ligação com as coisas acima no céu, e não apenas “debaixo do Sol”, onde elas são fúteis e passageiras. Eis a razão pela qual Salomão, no final do livro, recomenda aos jovens que se alegrem, mas que nunca se esqueçam de que o tipo da satisfação que eles buscam causará no seu relacionamento com Deus: “Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas” (Ec 11.9). Esse é um bom conselho para todos nós: Alegrar-se no Senhor, por causa do Senhor e para a glória do Senhor.

Pr. Thomas Tronco

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[1] Pinto, Carlos Osvaldo Cardoso. Fundamentos para exegese do Antigo Testamento: Manual de sintaxe hebraica (2ª ed.). São Paulo: Vida Nova, 2013, p. 121.

[2] The NET Bible. First Edition. Biblical Studies Press: www.bible.org, 2006, [Ec 2.2 – nota 9].

[3] Brown, Francis; Driver, S. R.; Briggs, Charles. Enhanced Brown-Driver-Briggs Hebrew and English Lexicon. Oak Harbor, WA: Logos Research Systems, 2000, p. 970.

[4] Eaton, Michael A; Carr, G. Lloyd. Eclesiastes e Cantares: Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 2006, p. 71.

[5] Winter, J. Opening Up Ecclesiastes. Opening Up Commentary. Leominster: Day One Publications, 2005, p. 37.

[6] The NET Bible. First Edition. Biblical Studies Press: www.bible.org, 2006, [Ec 2.5 – nota 30].

[7] Matthews, V. H.; Chavalas, M. W.; Walton, J. H. The IVP Bible Background Commentary: Old Testament. Downers Grove: InterVarsity Press, 2000, [Ec 2.5].

[8] Garrett, D. A. Proverbs, Ecclesiastes, Song of Songs. The New American Commentary. Vol. 14. Nashville: Broadman & Holman Publishers, 1993, p. 292.

[9] Walvoord, J. F.; Zuck, R. B. The Bible Knowledge Commentary: Old Testament. Colorado Springs: David C. Cook, 1983, p. 982.

[10] Merrill, Eugene. Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Shedd, 2009, p. 604.

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