Segunda, 16 de Janeiro de 2017
   
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Eclesiastes 5.1-7 – O Perigo do Compromisso Impensado

 

O capítulo 5 do livro começa com um assunto bem diferente dos anteriores, mas que pode ser somado à lista de futilidades observadas e analisadas pelo Pregador. Se a perspectiva mais frequente no primeiro terço do livro é a vida “debaixo do Sol”, na qual os homens ignoram aquilo que não veem — especialmente Deus —, nesse capítulo o escritor trata de um problema que ocorre no culto ao Senhor, que, em seus dias, envolvia ir ao templo, oferecer sacrifícios e fazer orações. Normalmente, as pessoas que assim agiam rejeitavam a visão de quem olha exclusivamente para as coisas “debaixo do Sol” e, em vez disso, elevavam seus olhos ao alto, acima do céu, vendo, por meio da fé, o que é invisível. É para pessoas assim que o Pregador se dirige nesse trecho. Assim, espera-se que o escritor exponha primeiro o problema para depois ensinar como agir corretamente. Porém, o que acontece nesse trecho é o contrário, pois o escritor primeiro diz como seu leitor deve agir e, em seguida, explica as consequências de agir do modo oposto. Por isso, o leitor não deve se apressar a tirar conclusões ao ler os primeiros versículos sem compreendê-los à luz dos últimos.

Na verdade, esse modo comedido e não apressado de tirar conclusões tem muito a ver com aquilo que ele ensina logo de início (v.1a): “Vigie seu pé quando entrar na casa de Deus”. A frase “vigie seu pé” também pode significar “guarde seu pé” e tem relação com a ideia de ter cuidado com o modo de agir, de maneira mais ampla. Isso quer dizer que o escritor não está preocupado com o lugar para onde seu leitor vai com seus pés — já que ele mesmo informa o local como sendo a “casa de Deus”, ou seja, o templo do Senhor, em Jerusalém —, mas sim o que ele fará naquele lugar. Significa que o adorador que ia ao templo, em Jerusalém, podia agir bem, glorificando a Deus e trazendo benefício a si, ou podia agir mal, de tal maneira que lhe trouxessem prejuízos e castigos, caso fizesse algo tolo, indevido ou impensado. Assim, em vez de “vigie seu pé”, o autor poderia ter dito a mesma coisa com as palavras “tome cuidado com o que você faz diante de Deus”.

Tendo transmitido a ideia de que não se podia agir na casa de Deus do mesmo modo que na própria casa ou em outros lugares comuns, surge no texto o primeiro conselho de como o israelita devia se portar no templo (v.1b): “Achegar-se para ouvir é melhor que oferecer sacrifício de tolos, pois eles não sabem o mal que estão para fazer”. Nesse caso, o ato de “ouvir” é uma metonímia — figura de linguagem que cita a causa com a intenção de se referir ao seu efeito —, cuja ação pretendida de se transmitir ao leitor é a de “obedecer”,[1] lembrando do profeta Samuel ao dizer que “o obedecer é melhor do que o sacrificar” (1Sm 15.22), valendo-se do mesmo verbo hebraico. Entretanto, deve-se manter aqui a forma “ouvir”, pois ela é contrastada propositalmente com a fala tola do versículo seguinte. Como dito no início, esse trecho não pode ser interpretado isoladamente, pois criaria um sentido equivocado caso fosse tomado como uma regra geral. O fato é que o autor tem um problema específico em mente para o qual essa regra se aplica com perfeição, mas é necessário prosseguir no texto a fim de entender em que situação se deve aplicar tal regra de conduta. Ele também fala do “sacrifício de tolo”, mas ainda não explicou que tipo de tolice está tratando aqui. Entretanto, ele já adiantou que tal tolice, ao oferecer um sacrifício, produziria um “mal” que os insensatos não imaginam, não levam em conta ou não esperam que irá ocorrer.

O ensino de que é melhor ouvir tem como objetivo evitar que o adorador falasse coisas indevidas e impensadas (v.2a): “Não seja precipitado com sua boca, nem apressado em seu coração ao falar diante de Deus, pois Deus está no céu e você está aqui na Terra”. Quando o Pregador se refere a “falar diante de Deus”, está ensinando que o Senhor pode ser abordado pelas pessoas, que podem lhe falar, orar a ele, adorá-lo, fazer-lhe promessas e até abrir seus corações diante dele. Mas ao dizer que “Deus está no céu”, em uma realidade bem diferente da nossa, “na Terra”, o autor também quer ensinar que ele não pode ser abordado casualmente, ou seja, de qualquer modo, pois isso seria perigoso, visto que ele já foi descrito e qualificado como Senhor (3.1-15) e juiz (3.16-22).[2] Com isso em mente, o adorador devia evitar, a todo custo, ser “precipitado” e “apressado” ao falar as coisas que tinha em mente, ou, em outras palavras, “em seu coração”.

Somando esse ensino ao do versículo anterior, o escritor antevê o leitor levando sacrifícios ao templo com a intenção de orar a Deus por algum motivo. Trata-se de um tipo bem específico de oração, na qual não há simplesmente um pedido, mas um pedido mediante uma oferta. Sendo tal oração um ato mais específico e sério, há uma recomendação sensata no texto (v.2b): “Por isso, que suas palavras sejam poucas”. Mais uma vez o autor está criando uma regra sábia para determinada situação e não uma norma geral que impeça de nos dirigir ao Senhor em orações numerosas, ou de pregar a Palavra de Deus por muito tempo. É necessário caminhar um pouco mais no texto para entender o que motivou o autor a propor tal conduta.

A preocupação do Pregador com os adoradores que iam ao templo não era sem razão. Ele conhecia os impulsos que levam os homens a pensar no agora sem avaliar as consequências futuras, além da frequente conduta de, falando demais, dizer o que não deve. Por isso, ele se põe a explicar os danos de agir assim (v.3): “Pois assim como as muitas preocupações geram sonhos, o falar em excesso gera palavras tolas”. A expressão “muitas preocupações” quer literalmente dizer “muitos trabalhos”. Contudo, o autor tem em mente a extrema atenção que o homem ocupado tem de dar ao trabalho excessivo e, também, o fato de ele quase nunca conseguir descansar de suas preocupações e das imaginações que tem de coisas ainda maiores, a tal ponto de sonhar com o trabalho.[3] Qualquer pessoa acostumada a ter sonhos sabe que nem sempre eles se desenrolam de uma maneira agradável e segundo nossa vontade, mas geram imagens e situações surpreendentes e impossíveis de resolver, as quais, em vez de nos tranquilizar, muitas vezes nos afligem enquanto dormimos. Alguns desses sonhos podem até ser denominados pesadelos, fazendo com que as pessoas, em vez de descanso, tenham uma noite de esgotamento. Independente da qualidade do sonho em questão, o que o autor quer dizer é que o excesso de trabalho e as ansiedades que ele gera levam a pessoa a sonhar com suas preocupações.

Essa observação do Pregador sobre os sonhos é muito interessante. Ele deve tê-la aprendido depois de se envolver nas muitas obras de um rei, especialmente um rei tão ativo, produtivo e próspero como ele. Todavia, a intenção do escritor não é falar aqui sobre trabalhos e sonhos, mas promover uma comparação que leve o leitor a compreender melhor a segunda parte do versículo, que trata do problema de “falar em excesso”. Entretanto, ele também não está preocupado com o quanto a pessoa fala em sua casa ou na rua. A questão está ligada ao falar em excesso “diante de Deus” (v.2), ou seja, na oração dirigida a ele. O autor alerta seus leitores quanto ao perigo de falar demais na oração até o ponto de proferir coisas indevidas, razão pela qual ele, logo de início, os alerta dizendo “vigie seu pé quando entrar na casa de Deus” (v.1). Se no primeiro versículo tal frase produzia a ideia de “tome cuidado com o que você faz diante de Deus”, aqui o conceito se afunila até o sentido de “tome cuidado com o que você diz a Deus”. A esse ponto, seus leitores certamente já estão atentos ao que ele tem a dizer e com o devido temor de falar o que não devem diante do Senhor. Essa é a condição exata em que eles podem entender o peso e a importância daquilo que o texto tem a lhes comunicar daqui em diante.

Se até aqui o Pregador apenas rodeou o assunto central que tem mente, agora ele vai direto ao ponto (v.4a): “Quando você prometer algo a Deus, não demore a cumpri-lo, pois ele não se compraz em tolos”. O escritor une todos os pontos que estavam soltos. Ele está tratando de uma questão específica em que a ida ao templo, o sacrifício oferecido e a oração proferida a Deus perfazem, juntas, um ato que envolve um pedido que traz consigo uma promessa de algum tipo de retribuição. A questão é que votos ou promessas eram comuns no culto judaico. Os adoradores se comprometiam com algum tipo de ação — geralmente, uma oferta de sacrifícios — caso Deus concedesse seus pedidos (Gn 28.20-22, 1Sm 1.11, Sl 132.2-5).[4] Sendo assim, a lei mosaica regulamentou tal prática e o ensino de Salomão é, basicamente, uma reprodução do que é especificado em Deuteronômio 23.21-23. O versículo 21 desse texto diz: “Quando fizeres algum voto ao Senhor, teu Deus, não tardarás em cumpri-lo; porque o Senhor, teu Deus, certamente, o requererá de ti, e em ti haverá pecado”. Assim, prevendo esse ato religioso do povo israelita, o Pregador os aconselha a levar sua promessa muito a sério e cumpri-la sem demora — como determina o texto mosaico. A diferença está na consequência que cada texto apresenta. Salomão afirma que a tolice de fazer uma promessa sem cumpri-la traz dissabor a Deus, enquanto Moisés explica que o Senhor não vê tal ato apenas como mera falta de educação ou consideração, mas como um pecado contra ele.

O veemente e sábio conselho não poderia ser outro (v.4b): “Portanto, cumpra as promessas que você faz”. É claro que um conceito como esse é válido em qualquer situação e a qualquer tempo, mas o Pregador está falando a israelitas que estão debaixo de uma aliança que fizeram com Deus no monte Sinai, na qual se comprometeram, sob pena de severos castigos, a cumprir os estatutos da aliança em fidelidade ao seu libertador. Na ocasião, Deus ofereceu a aliança (Êx 19.3-6) e o povo voluntariamente aceitou entrar nesse pacto (Êx 19.7-8), beneficiando-se de suas bênçãos, mas se comprometendo a obedecer às determinações divinas. A mesma voluntariedade é associada, na lei, às promessas feitas ao Senhor, segundo diz Deuteronômio 23.23: “O que proferiram os teus lábios, isso guardarás e o farás, porque votaste livremente ao Senhor, teu Deus, o que falaste com a tua boca”. Desse modo, aquele que fizesse um voto ao Senhor e não o cumprisse seria culpado de pecado e não teria qualquer outro a quem responsabilizar, a não ser sua própria “boca”.

É claro que, sendo algo tão sério e até danoso, caso feito de modo leviano, cada pessoa devia avaliar muito bem se devia ou não fazer promessas ao Senhor. Pensando nisso, o Pregador desencoraja aqueles que queriam fazer um voto, mas não avaliaram bem a situação, nem tinham certeza se conseguiriam cumpri-lo (v.5): “Melhor é não fazer promessas que fazer promessas e não cumpri-las”. Diferente das obrigações exigidas na lei, ninguém era obrigado a fazer qualquer voto ao Senhor. Entretanto, se o fizesse, estaria irremediavelmente comprometido com ele. Para aqueles que, tolamente falavam coisas sem avaliar antes, o mais sábio seria não fazer promessas, mesmo que na hora parecessem interessantes, mas que depois se tornariam um fardo assumido por pura insensatez. Curiosamente, Moisés ensinou a mesma coisa em Deuteronômio 23.22: “Porém, abstendo-te de fazer o voto, não haverá pecado em ti”. Eis a razão pela qual o escritor aconselha seus leitores a ouvir mais e falar menos na presença de Deus. Tagarelices possibilitariam alguém a falar algo que a comprometesse com objetivos que não foram previamente analisados e que ele não conseguiria cumprir depois.

Por isso, o Pregador dá uma ordem que mais se parece com um apelo (v.6a): “Não permita que sua boca lhe cause mal”. O trecho traduzido como “lhe cause mal” quer, literalmente, dizer “cause mal à sua carne”, mas esse é apenas um modo de declarar que o mal atingiria a pessoa como um todo. Na verdade, apesar de o texto não dizer, normalmente as consequências negativas dos atos de uma pessoa recaem, depois, sobre ela e também sobre seus familiares, mais uma razão para que cada um aja com responsabilidade nessa área. Outra coisa a se notar é que o responsável pelo mal seria a “sua boca”, ou seja, a própria pessoa. É claro que, para que a boca não cause mal a todo o corpo, é necessário que a mente funcione antes, não apenas avaliando bem a situação presente, mas levando em conta as possíveis mudanças e dissabores futuros, visto que não sabemos o que irá acontecer, nem podemos garantir as ocorrências que virão.[5]

Mais uma verdade ensinada pelo escritor é que desculpa alguma seria aceita em uma situação como essa (v.6b): “Não diga ao sacerdote que foi um engano não intencional”. O texto hebraico diz, literalmente, “ao mensageiro”, mas, dado o contexto de promessas feitas no templo, esse mensageiro era o “sacerdote”, o qual atuava como um intermediário entre Deus e os homens. Um exemplo disso é o fato de Malaquias também chamar o sacerdote de “mensageiro”, dizendo: “Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é mensageiro do Senhor dos Exércitos” (Ml 2.7).[6] Sendo assim, quando o sacerdote cobrasse do israelita aquilo que ele voluntariamente se comprometeu a fazer ou entregar, tal homem não podia simplesmente dizer que não pensou direito, que achou que daria pra fazer ou que não imaginou que haveria consequências para seu ato. Dizer que “foi sem querer” seria inútil.

A consequência desse ato impensado e não cumprido seria a ira e o castigo de Deus (v.6c): “Caso contrário, Deus ficará irado por causa da sua promessa e pode fazer fracassar as obras das tuas mãos”. Essa parte da frase começa com uma partícula hebraica que indica uma interrogação. Apesar disso, o escritor não está buscando uma resposta, mas fazendo uma afirmação forte por meio de uma pergunta quase retórica que introduz uma alternativa indesejável,[7] razão pela qual a tradução traz a expressão “caso contrário”. Outra observação é que o trecho traduzido como “sua promessa” quer literalmente dizer “sua palavra”, o mesmo termo que aparece no versículo 3, na expressão “palavras tolas”. O contexto deixa claro que tais “palavras”, qualificadas anteriormente como “tolas”, são justamente as promessas feitas a Deus e não cumpridas. As consequências seriam sentidas no decurso da vida desse homem, cujo trabalho, como resultado do castigo divino, poderia dar em nada, deixando-o na penúria, sem o fruto da sua lida.

A conclusão vem numa forma proverbial que menciona novamente os sonhos causados pelas muitas preocupações e imaginações da pessoa, os quais inutilmente lhe tiravam o descanso e não levavam a lugar algum (v.7): “Pois tanto os muitos sonhos como as muitas palavras são futilidade. Por isso, teme a Deus”. Terminar o trecho com a orientação de temer a Deus mostra que qualquer ato cultual ou religioso direcionado ao Senhor é algo muito sério e não pode ser feito de modo impensado, tolo e leviano. A conclusão é que a simples religião, insincera ou insensata, sem verdadeiro temor a Deus, pode arruinar a vida do indivíduo.[8] Se o temor do Senhor agir como um divisor de águas nesse assunto específico, ele separará os adoradores em dois tipos de pessoas: o tolo, que é rápido para fazer promessas que ele não pode realizar, e o sábio, que, por outro lado, pensa antes de falar e é rápido para cumprir suas promessas.[9] Essa diferença pode até ter a ver um pouco com características pessoais de cada um, mas são absolutamente definidas pelo temor do Senhor ou pela falta dele.

Hoje a lei mosaica não é mais vigente, visto que Cristo inaugurou uma nova aliança que fez expirar e prescrever o antigo estatuto israelita na forma de lei (Hb 7.12; 8.13) — apesar de não ter invalidado os bons valores e os justos preceitos ali expostos. Desse modo, as consequências previstas na lei para promessas não cumpridas não vigoram mais. Entretanto, o fato de Deus não ter prazer em tolos que se comprometem impensadamente com ele e não cumprem, permanece. Há muitos movimentos religiosos que têm, como prática comum, o costume de fazer promessas a Deus em troca de certas bênçãos a ele solicitadas. Em função disso, pessoas fazem longas jornadas a pé, sobem grandes escadarias de joelhos, acendem velas e oferecem alimentos em esquinas, fazem grandes doações em bens e dinheiro e mais um monte de coisas que mais parecem bizarrices que atos religiosos. Entretanto, isso faz parte de superstições populares e não de um relacionamento verdadeiro com Deus.

Desse modo, o recado que esse texto tem a dar, em nossos dias, é direcionado aos crentes em Cristo que, pela fé nele, foram transformados em novas criaturas e filhos de Deus. A eles foi dado o privilégio de buscar ao Senhor em oração e ter comunhão com ele por meio do Espírito Santo que neles habita. Infelizmente, apesar de salvos pela fé, uma grande dificuldade que eles têm é justamente a de crer e esperar em Deus. Quando estão com dificuldades ou querem atingir objetivos difíceis, em vez de orar e esperar em Deus, como as Escrituras ensinam, muitas vezes tentam barganhar com o Senhor o resultado que almejam em troca de algo que lhe prometem. Esse não é um procedimento ensinado ou encorajado pela Palavra de Deus, mas também não é incomum acontecer.

Outra ocorrência frequente é crentes, movidos por forte emoção ou por desejos de assumir uma posição de destaque, comprometerem-se a desenvolver atividades, incumbirem-se de responsabilidades ou assumirem ministérios sem antes refletir sobre tudo que isso acarretará em suas vidas. Quando isso acontece, os tais, quase inevitavelmente, abandonam e largam por fazer aquilo com que se comprometeram diante do Senhor. Não há um estatuto legal que preveja uma pena ou uma punição divina para isso, mas Deus certamente não se compraz em pessoas tolas que agem assim. Por isso, leve muito a sério seu relacionamento com Deus. Saiba que tudo que ele nos dá é por meio da sua maravilhosa graça, que nada exige em troca. Portanto, viva debaixo dessa graça e, quando quiser agradecer e louvar a Deus por quem ele é e pelo que fez a você, comprometendo-se a servi-lo de uma ou outra maneira, leve seu compromisso até o fim. Afinal, você é uma pessoa transformada e sua palavra deve ser verdadeira. Que sua vida sempre honre a Deus, com ou sem promessas, e que, por amor a ele, todos os seus atos sejam bem-avaliados conforme as Escrituras e o caráter do Senhor, a fim de que o nome de Jesus seja glorificado.

Pr. Thomas Tronco

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[1] The NET Bible. First Edition. Biblical Studies Press: www.bible.org, 2006, [Ec 5.1 – nota 4].

[2] Eaton, Michael A; Carr, G. Lloyd. Eclesiastes e Cantares: Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 2006, p. 104.

[3] Spence-Jones, H. D. M. (Ed.). Ecclesiastes. The Pulpit Commentary. London: Funk & Wagnalls: 1909, p. 112.

[4] Winter, J. Opening Up Ecclesiastes. Opening Up Commentary. Leominster: Day One Publications, 2005, p. 73.

[5] Garrett, D. A. Proverbs, Ecclesiastes, Song of Songs. The New American Commentary. Vol. 14. Nashville: Broadman & Holman Publishers, 1993, p. 310.

[6] Walvoord, J. F.; Zuck, R. B. The Bible Knowledge Commentary: Old Testament. Colorado Springs: David C. Cook, 1983, p. 988.

[7] Waltke, Bruce K.; O’Connor, M. Introdução à Sintaxe do Hebraico Bíblico. São Paulo: Cultura Cristã, 2006, p. 324.

[8] Pinto, Carlos Osvaldo Cardoso. Foco e desenvolvimento no Antigo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2006, p. 573.

[9] Ogden, G. S.; Zogbo, L. A Handbook on Ecclesiastes. UBS Handbook Series. New York: United Bible Societies, 1998, p. 161-162.

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