Sábado, 17 de Fevereiro de 2018
   
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Síntese de “Romanos 11” Intercalada com o Texto Bíblico

 

Deus não rejeitou definitivamente Israel (v.1);

“Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum! Porque eu também sou israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim”.


• Deus sempre reserva um remanescente fiel em Israel (2-4);

“Deus não rejeitou o seu povo, a quem de antemão conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura refere a respeito de Elias, como insta perante Deus contra Israel, dizendo:  Senhor, mataram os teus profetas, arrasaram os teus altares, e só eu fiquei, e procuram tirar-me a vida. Que lhe disse, porém, a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos diante de Baal”.


• Pela graça Deus mantém o remanescente (5-6);

“Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça. E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça”.


• O pequeno remanescente foi eleito enquanto a grande maioria de Israel foi endurecida (7-10);

“Que diremos, pois? O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou; e os mais foram endurecidos, como está escrito: Deus lhes deu espírito de entorpecimento, olhos para não ver e ouvidos para não ouvir, até ao dia de hoje. E diz Davi: Torne-se-lhes a mesa em laço e armadilha, em tropeço e punição; escureçam-se-lhes os olhos, para que não vejam, e fiquem para sempre encurvadas as suas costas”.


• Foram rejeitados temporariamente para que os gentios fossem alcançados (11);

“Pergunto, pois: porventura, tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum! Mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios, para pô-los em ciúmes”.


• Como sua transgressão redundou em bênção, assim será quando forem “plenos” (12);

“Ora, se a transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, e o seu abatimento, em riqueza para os gentios, quanto mais a sua plenitude!”


• Enquanto Israel está afastado, um pequeno número crê na pregação (13-14);

“Dirijo-me a vós outros, que sois gentios! Visto, pois, que eu sou apóstolo dos gentios, glorifico o meu ministério, para ver se, de algum modo, posso incitar à emulação os do meu povo e salvar alguns deles”.


• Previsão do restabelecimento de Israel como fonte de bênçãos (15);

“Porque, se o fato de terem sido eles rejeitados trouxe reconciliação ao mundo, que será o seu restabelecimento, senão vida dentre os mortos?”


• Israel é comparado a ramos naturais quebrados e a igreja é comparada a ramos de fora da oliveira (ramos de oliveira brava) que são enxertados (16-17);

“E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão. Se, porém, alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo oliveira brava, foste enxertado em meio deles e te tornaste participante da raiz e da seiva da oliveira”.


• Os cristãos gentios não devem desprezar Israel (18-20);

“não te glories contra os ramos; porém, se te gloriares, sabe que não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz, a ti. Dirás, pois: Alguns ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. Bem! Pela sua incredulidade, foram quebrados; tu, porém, mediante a fé, estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme”.


• Israel caído é ainda chamado de “ramo natural” em contraste com a igreja, “oliveira brava” (21);

“Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará”.


• Dispensações (modos históricos de tratamento) diferentes para Israel e a igreja (22);

“Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a bondade de Deus, se nela permaneceres; doutra sorte, também tu serás cortado”.


• Está aberta a via necessária para o retorno de Israel (23);

“Eles também, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; pois Deus é poderoso para os enxertar de novo”.


• Declaração de que a igreja tem uma origem descontinuada com Israel (foi enxertada contra a natureza vindo de uma fonte de outro tipo) e o prenúncio da restauração futura de Israel que, como o ramo natural, será enxertado novamente na videira de onde foi cortada (24).

“Pois, se foste cortado da que, por natureza, era oliveira brava e, contra a natureza, enxertado em boa oliveira, quanto mais não serão enxertados na sua própria oliveira aqueles que são ramos naturais!”

 

• O endurecimento de Israel durará até o final do tempo da igreja gentílica (25);

“Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios”.


• Depois disso, todo o Israel será restaurado (26);

“E, assim, todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador e ele apartará de Jacó as impiedades”.


• A nova aliança com Israel (Jr 31.31-34) é a garantia do seu perdão (27);

“Esta é a minha aliança com eles, quando eu tirar os seus pecados”.


• O amor e a eleição de Deus sobre Israel são perpétuos devido às promessas “irrevogáveis” de Deus (28-29);

“Quanto ao evangelho, são eles inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas; porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis”.

 

• O processo de salvação aplicado à igreja na atualidade será também aplicado a Israel no futuro (30-32);

“Porque assim como vós também, outrora, fostes desobedientes a Deus, mas, agora, alcançastes misericórdia, à vista da desobediência deles, assim também estes, agora, foram desobedientes, para que, igualmente, eles alcancem misericórdia, à vista da que vos foi concedida. Porque Deus a todos encerrou na desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos”.


• Esse plano de atuação de Deus (endurecer Israel para conceder graça aos gentios e, depois de completado o tempo da igreja, voltar a conceder graça a Israel e o restaurar) é algo misterioso e maravilhoso que não podemos compreender plenamente, mas, por ele, glorificamos a Deus (33-36).

“Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!”

Pr. Thomas Tronco

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