Terça, 16 de Outubro de 2018
   
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O Verdadeiro Aquecimento Global

 

“Saindo, porém, o Sol, a queimou; e, porque não tinha raiz, secou-se” (Mt 13.6).

O texto acima nos lembra o poder que tem o Sol sobre o planeta em que vivemos. Lembra-nos, também, que se aquecem cada vez mais os debates sobre a famigerada ameaça chamada “aquecimento global”. Muito mais propagado pela mídia do que pela própria literatura científica, o assunto ganha as pautas de noticiários e revistas de variedades com boa frequência e deixa a audiência leiga refém de um futuro planetário incerto e terrível.

De um lado, a grande maioria dos cientistas do clima (aproximadamente 97%) defende que o aquecimento global é legítimo, é causado pelo aumento da produção de gás carbônico pelo homem e trará consequências “apocalípticas” para a Terra, como diminuição da disponibilidade de água potável, comprometimento da produção de alimentos, desastres naturais, extinção de diversos animais e vegetais, entre outras. Nessa discussão, os culpados por essas alterações vão desde as chaminés das fábricas e os escapamentos de veículos motorizados até a flatulência das criações extensivas de gado bovino. Do outro lado, há uma pequena parcela de cientistas que protesta – em vão – que a situação “não é bem assim”.

Os cristãos compõem o terceiro grupo — e desafia igualmente as duas posições expostas acima. A Palavra de Deus diz claramente que haverá, sim, um aquecimento global, mas bem diferente do que a maioria dos cientistas defende. Um terrível juízo sobre a Terra está profetizado para o período da “Grande Tribulação” e uma das maneiras como Deus o executará será por meio do aquecimento global pelo aumento da atividade solar: “O quarto anjo derramou a sua taça sobre o Sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo. Com efeito, os homens se queimaram com o intenso calor, e blasfemaram o nome de Deus, que tem autoridade sobre estes flagelos, e nem se arrependeram para lhe darem glória” (Ap 16.8,9).

Nós cristãos devemos estar cientes do que a Palavra de Deus nos ensina e de como deve estar o nosso pensamento quando inquiridos sobre o aquecimento global. Não devem haver dúvidas sob quatro pontos básicos:

1. Se há ou haverá algum incremento da temperatura da Terra nos próximos anos, como dizem os cientistas, essas alterações não se compararão ao “aquecimento global” que surgirá no período da “Grande Tribulação” (Ap 16.8). Ademais, os cristãos não devem cuidar do meio ambiente por causa do temor de perderem sua “casa” pela emissão de gás carbônico, mas pelo temor de Deus que a criou para que a cuidássemos (Gn 1.28).

2. Ao contrário do que pensa a ciência, Deus “tem domínio sobre estas pragas” e a atividade solar não é uma exceção ao seu poder (Ap 16.9).

3.   Apesar das inúmeras conferências mundiais sobre o tema e suas causas, sabemos que a causa do “grande aquecimento global da Grande Tribulação” não é a emissão do gás carbônico, mas a rebeldia do homem e sua recusa em glorificar o nome de Deus (Ap 16.9). Nesse sentido, compartilhamos da mesma posição que os cientistas: a humanidade é culpada.

4. Lamentável é saber que os seres humanos, ainda que castigados pelas queimaduras solares, não se arrependerão de seus pecados e se recusarão a glorificar a Deus como está ordenado (Ap 16.9).

Ainda que o aquecimento global dos cientistas não seja uma realidade catastrófica hoje e o aquecimento global da Grande Tribulação está por acontecer, as pessoas de hoje não devem se iludir pensando que não estão sujeitas ao aquecimento global. Aliás, todos os seres humanos estão sujeitos ao “aquecimento dos aquecimentos”: a condenação no inferno. Um aquecimento que todos os que se recusam a se arrepender e a glorificar a Deus experimentarão. Logo, de nada valerá culpar os veículos motorizados ou as vaquinhas do pasto.

“Mas os covardes, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que cometem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos – o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte” (Ap 21.8).

Ev. Leandro Boer

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