Domingo, 20 de Agosto de 2017
   
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A Criação

 

A despeito de tudo o que se diz atualmente sobre a evolução natural do Universo, a Bíblia, nos capítulos 1 e 2 de Gênesis, relata a criação de tudo que existe por Deus. Isso se deu num período de seis dias, seguindo esta ordem: Deus criou a luz, os céus, a terra e os mares, a vegetação, o Sol e a Lua, as estrelas, os peixes, as aves e os animais. Finalmente, criou o homem e a mulher em perfeita santidade e comunhão com ele. Tudo feito com extrema sabedoria e beleza a ponto de, ao final da criação, Deus olhar para o que criou e ver que tudo era muito bom (Gn 1.31).

Impressionante essa história! Mais impressionante ainda é notar toda essa perfeição com nossos próprios olhos. Davi louvou a Deus por conhecer essa verdade dizendo: "Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem" (Sl 139.14). Essa perfeição fica muito mais nítida conforme a humanidade desenvolve seu conhecimento. Não há quem não se espante ao perceber a extrema sabedoria e a complexidade organizada que rege o Universo e, principalmente, a vida humana. Milhares de engenheiros, físicos, químicos, médicos, bioquímicos e cientistas jamais poderiam criar, ou mesmo conceber, um projeto para criar o que Deus criou.

Contudo, é uma pena como as pessoas se posicionam diante de tão grande testemunho do poder e da grandeza de Deus. O apóstolo Paulo diz que "os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas" (Rm 1.20). Mesmo assim, boa parte da humanidade fecha seus olhos e tapa seus ouvidos diante dessa gritante realidade. Preferem crer que o "acaso" e a "sorte" foram capazes de criar o que vidas e mais vidas de estudos e pesquisas não conseguem aprender. Tal pensamento é tão coerente quanto jogar alguém de um helicóptero junto com tecidos, linhas, cordas e correias e esperar que o turbilhão de vento remexa, embole, rasgue e una todos esses materiais de certo modo que chegue em terra um homem preso a um pára-quedas.

Pode parecer que o relato da criação não tem nenhum valor prático nos tempos modernos. Contudo, há uma grande utilidade nele. Além de dar sentido a tudo o que existe, coloca o homem no seu devido lugar diante de Deus: como um ser submisso e dependente do Criador. Aprendamos essa lição e nos curvemos diante de Deus para que ele, que criou tudo o que há, comande também a nossa vida.

"Ai daquele que contende com o seu Criador, daquele que não passa de um caco de barro entre outros cacos" (Is 45.9).

Pr. Thomas Tronco

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