Sexta, 18 de Agosto de 2017
   
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Jesus! Quem?

 

Uma pesquisa perguntando quem é Jesus resultaria provavelmente em respostas assim: “Jesus é um profeta”; “Jesus é o personagem principal de uma linda história”; “Jesus é um santo”.

Mas quem realmente é Jesus? Muitas das próprias religiões ditas cristãs introduziram tradições e conceitos humanos em suas doutrinas e, assim, acabaram retirando Jesus do seu devido lugar, distorcendo sua natureza divina e dividindo a sua glória e atributos indevidamente.

A Bíblia declara que a natureza de Jesus é divina, ou seja, Jesus é o filho de Deus e também o próprio Deus. 

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai (Jo 1.1,14).

Eu e o Pai somos um (Jo 10.30).

Se Jesus é Deus, deve ser louvado e adorado com exclusividade. Qualquer louvor e adoração não dirigido a Deus é por ele considerado como um ato de idolatria.

Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto (Mt 4.10).

Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai (Fp 2.10,11).

Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. Filhinhos, guardai-vos dos ídolos (1Jo 5.20,21).

Eu, João, sou quem ouviu e viu estas coisas. E, quando as ouvi e vi, prostrei-me ante os pés do anjo que me mostrou essas coisas, para adorá-lo. Então, ele me disse: Vê, não faças isso; eu sou conservo teu, dos teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus (Ap 22.8,9).

Por ser Deus, Jesus possui atributos divinos e exclusivos, ou seja, é eterno, onisciente, onipresente e onipotente. Por isso mesmo, é o único capaz de ouvir orações em qualquer lugar e atendê-las conforme sua vontade.

E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho (Jo 14.13).

Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem (1Tm 2.5).

Os atributos divinos de Jesus o tornam o único capaz de perdoar pecados. Por isso, ele também é considerado advogado dos crentes.

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça... Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo (1Jo 1.9; 2.1).

Um fato indiscutível nas Escrituras é o de que Jesus é o único Senhor.

Esta é a palavra que Deus enviou aos filhos de Israel, anunciando-lhes o evangelho da paz, por meio de Jesus Cristo. Este é o Senhor de todos (At 10.36).

Todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele (1Co 8.6).

E toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai (Fp 2.11).

Muitos sabem que Jesus morreu numa cruz e ressuscitou e fez isso para salvar os pecadores. Entretanto, é frequente as pessoas não compreenderem por que Jesus precisou morrer e por que é necessária a salvação. Afinal, “quem precisa ser salvo”, e “do quê”? Na verdade, todos precisam ser salvos da morte eterna – o inferno – por causa da ira de Deus contra o pecado do homem.

A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça (Rm 1.18).

Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus (Rm 3.23).

[Quem] se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus (Jo 3.36b).

Surge, então, uma pergunta: “Como Jesus libertou o homem do pecado e dessa terrível consequência?”. A resposta é: “Morrendo na cruz pelos pecadores, pois não há perdão de pecados sem derramamento de sangue”. Antes de Cristo, os judeus tinham de sacrificar um cordeiro perfeito, derramando o seu sangue inocente para o perdão dos pecados. Mas João Batista anunciou: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!”(Jo 1.29b). Jesus pagou o preço pela culpa do pecado do homem em um sacrifico único e suficiente para todo aquele que nele crer.

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.16).

Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção... Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão (Hb 9.11,12,22).

Dessa forma, Jesus deu ao mundo a maior manifestação do amor e da graça de Deus. Graça significa “favor imerecido”, ou seja, um benefício que foi obtido pelos homens gratuitamente, sem pagamento ou merecimento. Logo, as boas obras não tornam ninguém merecedor da salvação, embora sejam elas a manifestação de uma fé viva e verdadeira.

Sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos (Rm 3.24,25).

[Deus] nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça (Ef 1.5-7).

Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas (Ef 2.8-10).

Algumas religiões pregam a salvação por meio da prática de boas obras. Mas a Bíblia nos ensina que somente a fé em Jesus salva pecadores arrependidos, de modo que as boas obras são a consequência e a manifestação da fé.

Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado (Gl 2.16).

Se o homem pudesse ser salvo por meio das próprias obras, seria merecedor e responsável pela sua própria salvação, anulando a graça de Deus. Sendo assim, Jesus nem precisaria ter morrido.

Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão (Gl 2.21).

Jesus morreu, mas venceu a morte e ressuscitou. Jesus ressuscitou para justificar o homem diante de Deus, ou seja, tornar justo – livre de culpa – aquele que é injusto – culpado.

[a Jesus, nosso Senhor], o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação (Rm 4:25).

Jesus é muito mais do que o personagem principal de uma linda história. Ele deve fazer parte da “sua” história. Jesus é o único salvador, mas só terá a salvação de Jesus Cristo aquele que crer nele e no seu sacrifício na cruz.

Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim (Jo 14.6).

Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo (Rm 10.9).

Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos (At 4.11,12).

Creia nele e faça parte da maior história que o mundo já conheceu!

Dc. Carlos Ferolla

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