Segunda, 26 de Junho de 2017
   
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Estudo 25 - O Cristo Pré-Encarnado

 

A doutrina da pessoa de Cristo (Cristologia) é crucial para a fé cristã. É básica para a soteriologia, pois, se nosso Senhor não era quem afirmava ser, então, seu sacrifício foi deficiente, não sendo suficiente para pagar pelos pecados da humanidade.

 

1- A PREEXISTÊNCIA DO CRISTO PRÉ-ENCARNADO

A. O significado da preexistência de Cristo

Significa que Jesus existia antes de nascer como homem, antes mesmo até da criação do tempo. É um conceito paralelo, mas distinto da “eternidade”.

B. A importância da doutrina da preexistência de Cristo

a)     No nascimento – Se Cristo veio a existir em seu nascimento, então, não existe uma Trindade eterna;

b)    Na divindade – Se Cristo não era preexistente, então, não poderia ser Deus;

c)     Nas declarações – Se Cristo não era preexistente, ele mentiu a respeito de quem ele era e, consequentemente, possivelmente teria mentido também sobre outros assuntos.

C. As evidências da preexistência de Cristo

a)     Sua origem celestial – Versículos se referem à existência de Cristo antes do nascimento (Jo 3.13,31);

b)    Sua obra na criação – Cristo estava envolvido na obra da criação, sendo anterior a ela (Jo 1.3; Cl 1.16; Hb 1.2);

c)     Seu relacionamento com Deus – A Bíblia afirma que Jesus tem a mesma natureza de Deus (Jo 10.30; Fp 2.6) e que possuiu a mesma glória do Pai antes de o mundo existir (Jo 17.5);

d)    Seu relacionamento com João Batista – João Batista reconhece a existência de Jesus antes de ele vir a existir, mesmo tendo ele nascido antes do Jesus encarnado (Jo 1.15,30).

 

2- A ETERNIDADE DO CRISTO PRÉ-ENCARNADO

A. O significado da eternidade de Cristo

Jesus sempre existiu, eternamente. A eternidade e a preexistência andam sempre unidas, apesar de Ário ter afirmado a preexistência de Cristo e negado sua eternidade, ponto de vista defendido atualmente pelas Testemunhas de Jeová.

B. A importância da doutrina da eternidade de Cristo

Se a eternidade do Verbo é negada, então: (a) não existe Trindade; (b) Cristo não possui divindade absoluta; (c) ele mentiu.

C. As evidências da eternidade de Cristo

a)     A essência de Cristo – Cristo é da mesma essência de Deus (Hb 1.3);

b)    Os profetas – Os profetas anunciaram a eternidade de Cristo (Is 9.6; Mq 5.2; veja Hc 1.12);

c)     A declaração de Cristo – Cristo afirmou sua existência eterna (Jo 8.58);

d)    A declaração de João – O evangelista João claramente afirmou a eternidade do verbo (Jo 1.1).

 

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